Resenha sobre o livro Verity




Ouvi falar tão bem desse livro que não tive paciência para esperar o lançamento dele em português. E a história é boa mesmo, mas, sendo da Colleen Hoover, eu não esperava que fosse diferente.

O início de Verity relata uma cena bastante trágica. E não deixei de perceber um pouco de semelhança com o início de É Assim que Acaba. O primeiro encontro do casal ser uma conversa reveladora sobre tragédias. Mas, as semelhanças acabam por aí.

Lowen Ashleigh é uma escritora que está passando por um momento difícil. Ela se afastou de tudo e de todos para cuidar de sua mãe que estava com câncer. Depois que a mãe morre, ela tenta voltar à vida normal. Uma reunião com o seu agente, que também é seu ex-namorado, está prestes a dar um novo rumo à carreira de Lowen. 

Jeremy, o homem que Lowen encontra em meio à cena trágica, por coincidência, faz parte da reunião. Ele é o esposo de uma autora que está impossibilitada de escrever devido a um acidente. Lowen é convidada a dar continuidade à série que Verity estava escrevendo.

Para se familiarizar com a escrita de Verity e com o intuito de encontrar rascunhos que a ajudem a escrever, Lowen vai passar uns dias na casa de Jeremy e Verity. Lá ela descobre que Verity está em estado vegetativo e não se sente nem um pouco confortável em invadir a privacidade dela. Mas, como está cumprindo um pedido de Jeremy, Lowen tenta se habituar.

Não é surpresa nenhuma que Jeremy e Lowen acabem se envolvendo. Eles tentam se controlar no início, mas logo cedem à paixão. Ainda mais depois que Lowen descobre que Verity tinha uma vida muito sombria que escondia de Jeremy. 

O mistério gira em torno da morte das duas filhas do casal. Quanto mais Lowen descobre sobre isso, mais horrorizada fica.

É uma leitura agradável, que prende. O final é surpreendente e aberto a duas interpretações. Eu fico com a primeira versão (quem leu vai entender). Verity sabe jogar. Rsrs. 

Leia também: Eu sou o número quatro


Comentários

  1. Eu nunca li nada da CoHo, mas as amigas que me conhecem e sabem um pouco como são meus gostos, me disseram que vou adorar esse. Detalhe: eu preciso esperar que dona Record traga logo a tradução. Queria eu ser capaz de ler em inglês... hhehehehe
    Ótima resenha. Estou bem curiosa... Beijos

    Carol, do Coisas de Mineira

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

A arte de perder - Elizabeth Bishop

Resenha do livro O Conde de Monte Cristo

Resenha sobre o livro O Perseguidor: Um Romance Dark