26 de novembro de 2016

Resenha do livro Infinito + um


A sinopse desse livro não me agradou muito. Nem a capa, para falar a verdade. Mas o fato da autora ser a Amy Harmon me fez querer conhecer a história, simplesmente porque li outro livro dela, Beleza Perdida, e amei o livro!

Em Infinito + um conhecemos Bonnie Rae Shelby, uma jovem cantora de sucesso, e Finn Clyde, um jovem misterioso fugindo de seu passado. Bonnie estava prestes a cometer suicídio e Clyde a salva. Como ela também está fugindo de seu passado, eles embarcam juntos numa viagem de carro.

Clyde acha Bonnie uma garota interessante, ela vai do riso às lágrimas com muita facilidade. Quando ela decide se abrir com ele, ele se solidariza com sua situação, pois até então, ele queria mesmo era se livrar dela, pois sabia que ela era "um problema" e ele queria fugir do "problema".

Bonnie confiou em Clyde com muita facilidade. Mesmo ele sendo um estranho ela entrou no carro com ele sem um destino certo. Mas logo ela percebe que o garoto também tem um passado do qual está fugindo e começa a se perguntar se foi mesmo uma decisão inteligente seguir com ele nessa viagem.

Amy Harmon escreve com simplicidade e suavidade nas palavras. Isso faz com que o leitor se prenda à leitura. O mistério que ela criou em torno de Clyde desperta curiosidade sobre a história e faz com que o leitor queira conhecer o seu desfecho rapidamente.

Clyde é um rapaz incrível. Um bad boy disfarçado, pois na verdade ele é um gênio na matemática e muito gentil com Bonnie.

A garota é quem o mete em apuros. Ficamos o tempo todo tensos com medo que ele se prejudique por causa dela. 

Recomendo Infinito + um assim como recomendo qualquer livro da Amy. 

Dica de leitura: 

Como se apaixonar

Resenha do livro Meia-Noite (Diários do Vampiro)


Meia-Noite era o livro que encerraria a série Diários do Vampiro. Mas, como já sabemos, depois dele veio ainda muita coisa. 

A história começa com todos que estavam na Dimensão das Trevas de volta em Fell´s Church aparentemente levando uma vida tranquila, se não fosse por Damon estar surtando por ter se tornado humano e capaz de tudo para ser novamente um vampiro. 

Quando tem a oportunidade de voltar à Dimensão das Trevas para ter a possibilidade de ser transformado por alguém poderoso, Damon não hesita, mas algo sai errado e Bonnie acaba indo junto.

Matt, Meredith e Elena se sentem muito mal por não terem conseguido manter Bonnie em segurança. No entanto, eles são obrigados a encarar um novo desafio, pois todas as crianças da cidade estão infectadas e dispostas a assassinarem tudo o que veem pela frente, inclusive seus pais.

Em Meia-Noite, os personagens partem numa perigosa aventura para resgatar Fell´s Church e suas crianças.

Elena passa a demonstrar mais sua paixão por Damon, e Damon, mesmo amando Elena, também não esconde seu afeto por Bonnie.

Assim como os livros anteriores, essa leitura não me prendeu muito. Não consegui ficar encantada com nada relacionado à história e a única coisa que me fez continuar lendo é que eu ficava imaginando os personagens da série para que a leitura pudesse correr mais facilmente. 

Mas, para quem é fã, segue abaixo o link onde vocês podem encontrar as resenhas sobre os demais livros.

15 de novembro de 2016

Resenha do livro O Conde de Monte Cristo


O Conde de Monte Cristo é o primeiro livro de Alexandre Dumas que leio. O livro possui 1.663 páginas, mas isso de maneira alguma serve para desencorajar o leitor, pois uma vez que a leitura é iniciada o envolvimento com a leitura é tanto que não se torna cansativo, pelo contrário, foi um prazer enorme passar tantos dias, tantas horas envolvida com a bela história de Edmond Dantés.

Edmond Dantés era um jovem marujo que vivia com o seu velho pai. O garoto era motivo de orgulho por sua simplicidade e seu coração puro. Ele tinha uma noiva, Mercedes, e sua vida parecia ir bem, pois logo ele se tornaria capitão do navio e teria recursos necessários para sustentar seu pai e sua futura esposa.

Mas Edmond não contava com a inveja de duas pessoas que ele considerava como amigas, Fernand Mondego e Danglars. E que essa inveja levaria a uma traição. O garoto foi denunciado por conspiração e preso. Edmond tinha a esperança de que sua inocência seria provada em breve e consequentemente ele logo seria solto, mas o pobre rapaz não contava com mais uma traição. Para provar a inocência dele, outra pessoa seria incriminada, e o verdadeiro conspirador era nada mais nada menos que o pai do juiz Villefort. Então, para proteger o pai, Villefort permitiu que Edmond fosse acusado. E o pobre garoto foi confinado a uma cela no castelo de If, onde ficavam os piores criminosos. 

Edmond passou anos e anos sem ter ideia do motivo pelo qual estava preso. Ele era muito ingênuo. Somente quando conseguiu ter contato com outro preso, o abade Faria, que cavara um túnel na tentativa de fugir, mas que errara o cálculo e o túnel foi acabar na cela de Edmond, foi que, através de muitas conversas, conseguiu entender que havia sido traído, quem o traiu e o motivo. Então, o doce rapaz passou a ser alimentado pelo desejo de vingança. Ele não mais desejava morrer, desejava fazer com que todos que o haviam traído pagassem de alguma forma.

Alexandre Dumas envolve o leitor num drama psicológico em que o personagem reflete sobre sua condição: dor, revolta, humildade, serenidade, ódio... Edmond passa por tudo isso enquanto passa 14 anos preso e nos leva a sentir o sofrimento dele.

Uma coisa que aprendi é que podemos tirar proveito até das situações mais difíceis. Sem dúvida a prisão não foi fácil para Edmond, mas o contato com o abade Faria fez com que ele fosse ensinado. O abade era muito culto, conhecia as ciências e falava vários idiomas. Ensinou tudo a Edmond, inclusive mostrou a ele como encontrar o tesouro que ninguém acreditava que existia.

Ao conseguir fugir da prisão, Edmond encontrou o tesouro, ficou riquíssimo, comprou o título de Conde e fez uso da riqueza e dos conhecimentos adquiridos com o abade para iniciar o seu pano de vingança. Ele se infiltrou na sociedade parisiense e se destacava em todo lugar que frequentava pela sua riqueza, elegância e sabedoria.

O Conde de Monte Cristo conseguiu o que queria: se vingar. De forma mirabolante planejou situações em que seus inimigos ficavam em apuros e sem jamais desconfiar que o conde estava por trás de tudo. Ele também foi bondoso com quem foi bondoso com ele, ajudou muitas pessoas. Monte Cristo não se tornou um homem mau, mas era frio e quis fazer justiça com as próprias mãos.

O livro inteiro é emocionante e prazeroso de ler. Dá para refletir sobre muitas coisas. No final, é comovente quando Monte Cristo reflete sobre seus atos, se agiu corretamente. Ele conseguiu destruir seus inimigos? Sim. Conseguiu ser feliz? Não. Apesar da fortuna, de todos os bens materiais que tinha sempre à sua disposição, ele carregava a dor do passado e o remorso do presente. Suas boas ações de certa forma apagavam um pouco a culpa, mas o livro relata que ele quase não sorria e quando o fazia seu sorriso trazia um pouco de dor. Não era um sorriso livre e feliz. Apesar de tudo o Conde de Monte Cristo é um personagem que encanta. Recomendo a leitura do livro. Ele sem dúvida entra na lista dos meus favoritos.

Conheça a sinopse:

Traições, denúncias anônimas, tesouros fabulosos, envenenamentos, vinganças e muito suspense. A trama de O Conde de Monte Cristo traz uma emoção diferente a cada página e talvez isso explique porque a obra do escritor francês Alexandre Dumas se transformou em um clássico da literatura mundial, mexendo com a imaginação dos leitores há mais de 150 anos.

No romance, o marinheiro Edmond Dantés é preso injustamente, vítima de um complô. Anos depois, consegue escapar da prisão, enriquece e planeja uma vingança mirabolante. A galeria de personagens criada por Dumas faz um retrato fiel da França do século XIX, um mundo em transformação, em que passou a ser possível a mudança de posições sociais. As aventuras de Dantés ainda ganharam diversas versões cinematográficas que colaboraram para o sucesso da trama.

Abaixo a foto do ator James Patrick Caviezel interpretando Edmond no filme O Conde de Monte Cristo.


4 de novembro de 2016

Resenha do livro Teardrop



Lauren Kate é uma escritora que aprecio desde que tive contato com a série Fallen. Recentemente, conheci um livro dela chamado A Traição de Natalie Hargrove, que gostei bastante também. Agora estou acompanhando a série Teardrop. Lágrima é o primeiro livro.

Algo que chama bastante atenção nos livros da Lauren são as capas. Uma mais encantadora que a outra, com um quê de mistério. 

Teardrop conta a história de Eureka, uma garota com problemas por não ter superado a morte da mãe. Ela é forçada pelos pais, mais precisamente pela madrasta, a fazer terapia, mas isso não a ajuda em nada. 

Eureka tem um melhor amigo, Brooks, o único que parece entendê-la. É apenas com ele que a garota desabafa suas mágoas, mas isso começa a mudar depois que Brooks passa a ter um comportamento estranho, falando coisas agressivas a Eureka.

Em meio ao caos na vida de Eureka, um rapaz misterioso começa a cruzar em seu caminho nos momentos mais inesperados. Ander é alto, loiro, tem uma pele extremamente branca e olhos azuis que deixam Eureka praticamente hipnotizada. Mas ao mesmo tempo que ela se sente atraída por ele, Ander a assusta. No entanto, Eureka descobre que Ander é o único capaz de lhe dar respostas sobre os acontecimentos estranhos que estão surgindo em sua vida. E o rapaz a salva de pessoas que tentam machucar Eureka.

Não posso dizer que o livro é fenomenal, mas é gostoso de ler. Achei que o fato de Eureka não poder chorar soou um pouco estranho. A garota chora e um dilúvio inicia. Meio sem noção. Mesmo assim gostei da história e recomendo.

Para saber um pouco mais, confira a sinopse do livro:

Depois de perder a mãe em um acidente no mar, Eureka acha que nunca mais voltará a sorrir. E a promessa que fez à mãe – a de nunca mais chorar – se torna quase impossível… até conhecer Ander. Louro, alto e de pele muito branca, o rapaz parece estar em todos os lugares e saber coisas que não deveria sobre Eureka. Inclusive um estranho segredo relacionado às suas lágrimas e aos três artefatos que herdou da mãe: uma carta, uma pedra e um misterioso livro que conta a história de uma menina com o coração partido. Ela chorou tanto que deixou debaixo d´água um continente inteiro. Logo Eureka vai descobrir que a antiga lenda é mais que uma história, que Ander pode estar dizendo a verdade e que sua vida pode ter um curso mais sombrio do que ela imaginou.

Outros livros que recomendo: