24 de maio de 2017

Resenha do livro Ajuste de Contas



Sinopse

Justino é um experiente pistoleiro contratado para matar um fazendeiro, mas um desejo de vingança do passado, alimentado por um suposto desafeto, o faz desconfiar de que está sendo atraído a uma possível armadilha. 
Porém, um segredo escondido vem à tona, causando uma reviravolta na vida de Justino que tem a chance de reencontrar um antigo amor do passado a quem vai tentar reconquistar. 
Mas o destino se interpõe entre Justino e o seu grande amor, pois chegou a hora do acerto final, a hora do ajuste de contas...
Uma história que vai prendê-lo do início ao fim, penetrando nos meandros da vida desse personagem tão misterioso e sombrio: o pistoleiro.

Resenha

Ajuste de contas é um livro curtinho e gostoso de ler. Apesar do personagem não ter me agrado, pelo fato de ser um pistoleiro, o autor Wallery Giscar Desten aborda muito bem os fatos comuns de quem inicia a vida nesse meio: a dificuldade financeira, um amigo sempre incentivando a fazer um "serviço", o momento de fraqueza em aceitar o tal serviço e depois a grana "fácil", aquela que jamais seria conseguida por meses e meses de trabalho. Depois o trabalho vira um hábito. E não existe mais remorso. Vida sofrida de quem vive sempre desconfiado à espera de uma emboscada.

O final da história é uma surpresa bem elaborada. Não foge da realidade de quem decide entrar nessa vida. Nos traz momentos de reflexão e nos fazemos a famosa pergunta: Vale a pena? Claro que não vale. Na realidade ou ficção, a história de quem vive nesse meio é sempre trágica.

22 de maio de 2017

Resenha do livro Fiquei com o seu número


Eu nunca tinha ouvido falar da escritora Sophie Kinsella. Então, ao entrar em um grupo de leitura, o livro para debate do mês era esse. 

Fiquei com o seu número é um livro que aborda de maneira bem-humorada a vida de Poppy Wyatt, uma fisioterapeuta muito maluquinha que nos faz dar boas risadas com suas trapalhadas.

Poppy está noiva de Magnus, um professor universitário que pertence a uma família de intelectuais. Poppy acredita não ser aceita pelos pais do noivo, que eles não a consideram inteligente o suficiente para fazer parte da família. Perto deles, ela fica mais atrapalhada ainda tentando demonstrar ser uma pessoa que não é.

Poppy e suas amigas se reuniram no saguão de um hotel para comemorarem o noivado dela. Nesse evento, Poppy perdeu seu anel de noivado, e esse anel estava na família do noivo há três gerações. Uma série de coisas dá errado nessa noite, ela também acaba sendo assaltada e entra em desespero, pois o ladrão havia roubado seu celular e Poppy havia dado o número do seu telefone a todos os funcionários do hotel para que a avisassem assim que encontrassem o anel.

Então, Poppy encontra um celular no lixo. Se apropria dele e dá esse novo número aos funcionários do hotel. Mas, ela não sabia que era um celular corporativo que havia sido jogado no lixo por uma funcionária de uma empresa que havia abandonado o trabalho. Logo, o patrão dessa funcionária liga para esse número e se depara com Poppy como sua nova usuária.

Sam Roxton faz de tudo para convencer Poppy a devolver o celular que sua assistente havia jogado fora, pois havia e-mails e mensagens importantes que ele iria receber naquele número. Poppy entra em desespero, pois se alguém achasse o anel, não poderia entrar em contato com ela se ela devolvesse o celular. Então, eles chegam em um acordo: Poppy ficaria um tempo com o celular até seu anel ser encontrado e ela encaminharia para Sam todas as mensagens que chegasse nesse celular.
Poppy faz muitas trapalhadas com esse celular e com a vida de Sam, pois ela, muito curiosa, acaba lendo todas as mensagens que encontra e responde algumas como se fosse ele. Pois acredita que Sam é muito ocupado e ela estaria fazendo um favor a ele.

Com a família do noivo complicando tudo e com a aproximação entre ela e Sam ficando cada vez maior, essa personagem entra em uma confusão só. Dei boas risadas com essa história. É um livro que recomendo para quem está a fim de descontrair. Pretendo ler outros livros da autora em breve. 

Outro livro que recomendo que é no mesmo estilo é:


8 de maio de 2017

O Taxista (Amostra)



O Taxista é um conto que escrevi e seu e-book está disponível na Amazon.


Um acontecimento lamentável havia mudado a vida de Clara. Ela não sabia o que seria de seus dias dali para frente. Seu casamento se aproximava do fim. Mas, Clara sequer podia imaginar que o percurso de táxi que a levaria até o encontro com seu ex-marido mudaria drasticamente o seu modo de pensar e de agir.

Veja uma amostra:



Mamãe, mamãe, ele chegou!
Sabrina entrou correndo no quarto de Clara enquanto a mãe terminava de escovar os cabelos em frente ao espelho. Ela quase não se reconhecia. Estava mais magra e com o olhar vazio. Será que um dia seria capaz de sorrir novamente?
Mamãe... a menina chamou mais baixo dessa vez. Um pouco assustada ao ver a mãe imóvel diante do espelho.
Oi, querida, eu ouvi. Já estou indo ­ falou Clara com um sorriso forçado no rosto. A quem ela queria enganar?
Clara deu um beijo na filha e disse:
Volto logo.
Você vai encontrar o papai?  perguntou a menina entusiasmada.
Sim, querida.
Ele vai voltar?
Não, meu bem. Nós já conversamos sobre isso.
Eu sei que ele vai voltar! Eu pedi ao meu amigo anjo que trouxesse ele de volta!
Sabrina, pare falou Clara com firmeza. Nós já conversamos um milhão de vezes sobre isso. O papai e a mamãe ama você. Nós sempre vamos amar você. Mas simplesmente não podemos mais ficar juntos. Clara abraçou a filha para que ela não percebesse as lágrimas que ameaçavam cair. Mas a menina, esperta, percebeu o gesto da mãe.
Não chore, mãezinha. Ele vai voltar. Eu sei.
Clara não queria discutir esse assunto mais uma vez. Não naquele momento. Ela estava indo encontrar Roberto para acertarem os últimos detalhes do divórcio.
Há um mês o marido havia saído de casa. Há um mês o mundo de Clara havia desabado. Ela se obrigava a cada manhã a ficar de pé e cuidar, como podia, dos afazeres diários. Tinha uma filha para criar, tinha um emprego e muitas responsabilidades a cumprir. Não podia simplesmente desistir de tudo, embora, no íntimo, essa fosse a sua vontade. Ela se sentia exausta. Não aguentava mais os comentários dos familiares e amigos dizendo “Isso vai passar”, “Você vai ficar melhor sem ele”, “Eu lhe disse que ele não prestava”. Nada disso servia de consolo, pelo contrário, só deixava Clara mais irritada e com vontade de se afastar de todo mundo.
Clara respirou fundo, contou mentalmente até 10 e saiu de casa. O taxista estava à espera.
Bom dia! ele falou com um sorriso gentil, enquanto abria a porta para ela.
Bom dia cumprimentou Clara sem muito entusiasmo.
O interior do carro tinha um perfume agradável. Clara imediatamente reconheceu o cheiro. Tinha o cheiro da sua infância. Casa da avó, abraço apertado do avô e brincadeiras com os primos no quintal. Quando a vida havia deixado de ser tão simples? Agora as lágrimas corriam livremente. Não se importava com o taxista. Não se importava em reprimir mais nada. Agora, longe da filha, podia finalmente desmoronar.
O taxista aguardava pacientemente que Clara lhe informasse o destino. Quando ela finalmente percebeu isso, disse um pouco sem jeito:
Desculpa. Parque São Carlos.
Não se preocupe respondeu o taxista e pôs o carro em movimento.

***

O dia estava ensolarado, mas não muito quente. Clara havia enxugado o rosto que havia ficado encharcado de lágrimas e olhava através da janela o movimento habitual das ruas. Ela estava mais calma, sentia apenas o vazio dentro do peito que agora era seu companheiro constante. Quando o motorista parou no semáforo, um jovem casal atravessou pela faixa de mãos dadas e sorrindo um para o outro. Clara se lembrou de quando Roberto e ela eram como aquele jovem casal. Despreocupados, felizes, passeando de mãos dadas pelas ruas da cidade. Não era preciso muito para eles ficarem felizes naquela época. A companhia um do outro bastava. Eles começaram a namorar ainda no Ensino Médio. Eram jovens e imaturos, mas se amavam e estavam dispostos a ficarem juntos para o resto de suas vidas. Durante muitos anos esse fora o objetivo de vida deles. Durante muitos anos Clara acreditou que esse sonho seria realidade.
Dia lindo, não?  perguntou o taxista.
Clara não estava a fim de conversa e apenas acenou, embora não tivesse certeza se o taxista tivesse visto ou se já tinha voltado sua atenção ao trânsito.
É um bom dia para ir ao parque ­ insistia o taxista em puxar conversa.
Dessa vez, Clara pensou que conversar um pouco seria bom. Pela primeira vez, ela olhou para o taxista com mais atenção e percebeu que ele era bem jovem.
Sim, eu gosto do parque São Carlos, embora hoje não esteja sendo um bom dia. Na verdade, Clara não fazia ideia se seus dias voltariam a ser bons...
Sim, eu percebi. Quer conversar sobre o assunto?
Clara não queria conversar sobre o assunto. Ainda mais com um desconhecido. Mas, de repente, ela percebeu que precisava desabafar. E era até melhor que fosse com um estranho. Não iria vê-lo novamente mesmo. E ele já a tinha visto tão vulnerável, chorando feito louca no banco traseiro de seu carro. Não havia mais do que se envergonhar.
Meu marido me traiu. Estamos nos divorciando. Na verdade, estou indo encontrar com ele para acertarmos os últimos detalhes do divórcio. É a primeira vez que vamos nos encontrar pessoalmente depois... Depois que ele saiu de casa. As lágrimas ameaçaram cair novamente. Clara não pretendia ter dado tantas informações, mas agora que começou, ela queria desabafar, colocar para fora tudo o que a estava sufocando nos últimos dias. Portanto, continuou:
Ele era um bom marido, sabe? Eu jamais poderia imaginar que ele pudesse fazer algo assim! Nós temos uma filha, tínhamos uma família... Será que ele não percebeu que iria destruir tudo? Será que isso não importa para ele?
Tenho certeza de que ele se importa falou o taxista de modo complacente.
Como? Você nem o conhece!
Você mesma disse que ele era um bom marido. E, eu vi o modo como você chorou. Se fosse por alguém que não valesse a pena eu acho que você não estaria assim. Se ele era um bom marido, acredito que ele também esteja sofrendo.
Mas foi uma escolha dele! Ele acabou com a nossa família!
Às vezes a gente age sem pensar nas consequências refletiu o taxista. Como você descobriu a traição?
Clara não sabia se queria reviver tudo aquilo... Mas ela já havia começado a contar tudo mesmo.
Eu escutei uma ligação tarde da noite. Eu havia acordado e percebi que ele não estava na cama. Fui atrás dele e percebi que ele falava com alguém ao telefone. Achei estranho uma ligação àquela hora, e fiquei escutando sem que ele percebesse. Ele falava baixo e não dava para entender tudo, mas percebi que ele dizia para a outra pessoa deixá-lo em paz, que não havia significado nada. Entendi tudo de imediato. Voltei para a cama com o coração a mil. Fingi que estava dormindo quando ele voltou. E quando ele pegou no sono eu levantei e fui verificar as mensagens no celular dele.
“Claro que ele havia apagado muitas mensagens, mas as últimas ainda estavam lá. Era uma colega de trabalho. Eles haviam dormido juntos.
Comecei a chorar descontroladamente e ele acordou. Me viu com o celular na mão e entendeu tudo.”
E qual foi a reação dele?
Ele chorou também. Disse que não havia significado nada, que se arrependeu... Mas se não havia significado nada, por que aconteceu?
Como eu falei, às pessoas não costumam pensar nas consequências... Agem por impulso. Depois de uma pausa, o taxista perguntou: O casamento de vocês estava passado por um momento difícil, não? Digo, antes da traição?
Ah, não. Você não vai me dizer que isso era motivo...
Não. Não estou tentando justificar a atitude dele. Nem estou dizendo que ele agiu de modo certo. Ele errou. Mas você não tem interesse em saber o que deu brecha para que uma pessoa entrasse no casamento de vocês?
Eu já me questionei inúmeras vezes. Nós estávamos nos desentendendo um pouco. Estávamos cansados, estressados, mas isso não era motivo. Eu também não estava feliz, mas jamais pensei em traí-lo.
Não, Clara, claro que não há nada que justifique. Mas as pessoas pensam de modo diferente, sabe? Principalmente os homens.
Eles já estavam flertando há um tempo. Antes mesmo do nosso casamento entrar em crise. Uma outra colega de trabalho dele me falou.
Veja bem. Quer um conselho?
Não havia motivos para recusar. Clara já havia exposto toda a situação para aquele desconhecido mesmo. Ela acenou com a cabeça.
Não envolva mais ninguém nessa história. Não procure saber com os colegas de trabalho dele o que aconteceu. Nem procure informações sobre essa mulher. Simplesmente não procure saber nada sobre ela. Converse com o seu marido. Converse abertamente, sem brigas, sem discussão nem acusações. Não o questione sobre a traição. Talvez ele nunca tenha uma resposta satisfatória para lhe dar. Talvez nem ele mesmo entenda os motivos que o levou a praticar tal ato. Talvez ele só quisesse um momento de refúgio. Claro, ele não podia ter feito escolha pior, mas, no momento, isso não ocorreu nos pensamentos dele. Ele não avaliou as consequências.
“Um homem sofre por sua família. Embora todos digam que as mulheres são mais sensíveis, que sofrem mais... Isso não é de todo verdade. Os homens são muito sensíveis também. Mas eles não lidam com os sentimentos da mesma forma que as mulheres.
“Quando um homem se casa, ele se sente responsável pela sua família. Mesmo que a mulher trabalhe fora, ele quer ser o principal provedor do lar. A responsabilidade pelo bem-estar da família é dele. Mesmo que a mulher assuma mais responsabilidades, esteja à frente da organização do lar, da educação dos filhos, passe mais tempo com as crianças, etc., o homem sente que é função dele supervisionar para que tudo esteja bem. Quando as coisas não vão bem, mesmo que as mulheres pensem que seus maridos estão muito omissos, na verdade eles não estão. Estão buscando meios de resolver a situação. Quando eles não conseguem encontrar soluções, eles se afastam fisicamente. É o orgulho de reconhecer que estão falhando. Que não estão cumprindo bem o seu papel. Mas, pode ter certeza, eles estão sofrendo.”
“Geralmente, em momentos de crise, a esposa só consegue enxergar os defeitos do marido, o que há de ruim na relação, e fecha os olhos para as pequenas coisas boas que o marido está se esforçando em fazer. Ele se sente um fracasso. Em contrapartida, no trabalho, há uma colega que está satisfeita e maravilhada com tudo o que ele faz e não cansa de elogiá-lo. Um homem precisa de elogios. Ele precisa de reconhecimento pelo que faz. O seu marido pode até nem ter se apaixonado por essa colega. Ela apenas satisfez o seu ego e forneceu o que ele mais precisava no momento.”
“Se o seu marido diz que não foi nada importante, pode ser que ele esteja falando a verdade. Isso não diminui o erro, nem justifica, mas pelo menos esclarece um pouco mais as coisas, não acha?”
Clara estava surpresa com a sabedoria do rapaz. Ele parecia muito jovem para ter toda aquela experiência. Como se adivinhasse seus pensamentos, o taxista falou:
Pego muitos passageiros por dia. Acredite, eu já ouvi todo tipo de história. Inclusive de casais à beira do divórcio.
Clara não sabia o que dizer. Estava refletindo sobre muitas coisas. Parecia passar um filme em sua mente sobre a sua história com Roberto. Os momentos felizes, o dia do casamento, o nascimento da filha, os momentos de intimidade... Ela também se lembrou das brigas, do afastamento, e percebeu também que ela não estava fazendo muitas coisas para salvar a relação. Sempre estressada quando o marido chegava em casa. Sempre o acusando por tudo de ruim que acontecia no dia a dia deles.
Você já pensou continuou o taxista interrompendo o devaneio de Clara —, que o divórcio talvez não seja a melhor solução?
Eu jamais seria capaz de perdoar uma traição.
E você acha que vai ser mais feliz convivendo anos e anos com o seu orgulho ao invés de aprender a perdoar?


***

Espero que tenham gostado dessa amostra. O conto completo está à venda na Amazon por apenas R$ 5,99.

5 de maio de 2017

Quero ler! A Árvore dos Anjos




Já li alguns livros da Lucinda Riley e gostei do que li. Ela não está entre minhas autoras favoritas, mas está entre as que eu gosto e recomendo. Hoje me deparei com esse livro e fiquei interessada. Vai para a lista!

Sinopse

Trinta anos se passaram desde que Greta deixou de morar no solar Marchmont, uma bela e majestosa residência na região rural do País de Gales. A convite de seu velho amigo David, ela decide retornar ao lugar para comemorar o Natal. Porém, devido a um acidente de carro, Greta não tem mais lembranças da época em que vivia na propriedade, assim como de boa parte de seu passado.

Durante uma caminhada pela paisagem invernal de Marchmont, ela encontra uma sepultura no bosque, e a inscrição na lápide coberta de neve se torna a fagulha que a ajudará a recuperar a memória.

Contudo, relembrar o passado também significa reviver segredos dolorosos e muito bem guardados, como o motivo para Greta ter fugido do solar, quem ela era antes do acidente e o que aconteceu com sua filha, Cheska, uma jovem de beleza angelical... mas que esconde um lado sombrio.

Da aclamada autora da série As Sete Irmãs, A Árvore dos Anjos é uma história tocante sobre amores e perdas, sobre como nossas escolhas de vida podem tanto definir quem somos como permitir um novo começo.


1 de maio de 2017

Resenha do livro Anjos e Demônios


Este foi o meu primeiro contato com Dan Brown. Apesar da fama do autor, eu nunca havia me interessado em ler algo dele. Até que certo dia este livro veio parar em minhas mãos, eu coloquei um post sobre isso no Facebook, e aí choveu comentários elogiando o livro. Depois disso, não tive dúvidas, comecei a ler o livro.

Robert Langdon é um professor universitário especialista em simbologia. Certo dia, ele recebe uma ligação do diretor de um grande centro de pesquisas na Suíça que o chama para investigar um símbolo que havia sido marcado em um dos cientistas que havia sido assassinado no centro de pesquisas. Para Robert, a ligação foi um tanto descabida e não lhe despertou interesse, no entanto, quando ele viu a marca, logo percebeu que se tratava de algo bem sério.

Robert viajou para a Suíça e confirmou suas suspeitas. Não se tratava de um assassinato isolado, na verdade, a Cidade do Vaticano estava toda em perigo e o inimigo não era apenas um homem comum, era uma antiga organização secreta disposta a destruir a igreja católica às vésperas do conclave para eleger o novo papa. 

Robert e Vittoria (filha do cientista assassinado) viajam para Roma para impedir que essa organização consiga cumprir com seus planos. Ao chegarem lá, se deparam com inúmeros obstáculos e grandes surpresas. Robert descobre que há muitos segredos escondidos no Vaticano.

O livro é repleto de aventura, mistério, investigação, crimes, traição... Tudo em volta do tema principal que é ciência x religião. Dan Brown enriquece as cenas com descrições detalhistas de tudo o que ocorre na história. No entanto, não é uma leitura cansativa. As informações descritas pelo autor servem para ligar os fatos e fazer o leitor compreender mais plenamente os simbolismos relacionados em cada fato. O final é bastante surpreendente e cheio de reviravoltas. 

É um livro que recomendo.

Outras aventuras de Robert Langdon estão nos livros:

O Código Da Vinci

O Símbolo Perdido

Inferno