Resenha sobre o livro A menina mais fria de Coldtown

 


Eu tenho este livro desde o seu lançamento, que foi em 2014. Ele estava na minha estante guardado com todo carinho. Então, certo dia, ao pesquisar na internet uma história sobre vampiros para ler, descobri esse livro. E eu nem sabia que a história era sobre vampiros. Vi a capa, lembrei que tinha esse livro em minha estante e decidi iniciar a leitura imediatamente. Eu também não tinha me dado conta que esse livro era da Holly Black, mesma autora da trilogia O Povo do Ar e de outros livros muito bons que tem por aí. 

A menina mais fria de Coldtown fala sobre Tana, uma jovem forte que teve uma infância marcada pela perda da mãe. A mãe de Tana foi infectada por um vampiro e quando isso acontecia a pessoa ficava "resfriada". Tinha que ficar em isolamento para poder não se alimentar de sangue porque se isso acontecesse, a pessoa se tornava vampira. os infectados atacavam quem quer que fosse, não conseguiam controlar o desejo por sangue. Por isso, uma das alternativas para essas pessoas, era irem para uma Coldtown, lugar onde os vampiros viviam. No entanto, quando um humano ia pra lá, não podia mais sair. A não ser que tivesse muito dinheiro para poder pagar por um sinalizador. 

 A história é bem interessante para quem curte esse tipo de fantasia.

Tudo começa quando Tana vai a uma festa. Ela fica muito bêbada, por culpa do seu ex-namorado, um jovem bastante inconsequente chamado Aidan. Tana acaba dormindo dentro de uma banheira em um dos quartos da casa onde ocorreu a festa. Quando acordou e foi até a sala, percebeu que havia ocorrido um massacre. Todos os seus colegas de escola haviam sido mortos, com exceção de Aidan, que ela encontrou depois em um dos quartos acorrentado na cama com um vampiro. Por ser uma boa pessoa, Tana salva o ex-namorado e o vampiro. E aí começa uma viagem muito louca até uma Coldtown. mais personagens vão surgindo na história e é tudo bem interessante de ler, mas o personagem que acaba ganhando o nosso coração é Gavriel, o vampiro que Tana salvou.

Gavriel é um vampiro bem insano. Por ter ficado preso, sendo torturado, o juízo dele foi um tanto afetado. Mesmo assim, ele desenvolveu por Tana um carinho muito grande. Depois isso foi dando espaço a um novo sentimento. 

Amei o casal. Mesmo sendo assustador Gavriel sempre tratou a Tana muito bem. Ele precisava se vingar e resolver alguns assuntos pendentes, o foco do livro não foi o romance, mas as cenas entre ele e Tana foram muito boas de se ler.

Amei o livro e recomendo. Achei a forma como esse livro foi escrito muito parecida com os livros da Lauren Kate, me fez lembrar de Teardrop e Dilúvio, embora as histórias sejam bem diferentes. 

O final é surpreendente. 

Sinopse

No mundo de Tana existem cidades rodeadas por muros são as Coldtowns. Nelas, monstros que vivem no isolamento e seres humanos ocupam o mesmo espaço, em um decadente e sangrento embate entre predadores e presas. Depois que você ultrapassa os portões de uma Coldtown, nunca mais consegue sair.
Em uma manhã, depois de uma festa banal, Tana acorda rodeada por cadáveres. Os outros sobreviventes do massacre são o seu insuportavelmente doce ex-namorado que foi infectado e que, portanto, representa uma ameaça e um rapaz misterioso que carrega um segredo terrível. Atormentada e determinada, Tana entra em uma corrida contra o relógio para salvar o seu pequeno grupo com o único recurso que ela conhece: atravessando o coração perverso e luxuoso da própria Coldtown.
A Menina Mais Fria de Coldtown, da aclamada Holly Black, é uma história única sobre fúria e vingança, culpa e horror, amor e ódio.

O livro está à venda através deste link

Leia também: Cidade dos Vampiros - Nicole O Castelo de Rhymer.

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