Resenha sobre a série Campus Drivers
Olá, apreciadores da leitura!
Hoje trago a resenha da primeira temporada da série Campus Drivers, que é uma adaptação da saga literária da autora francesa C. S. Quill.
Campus Drivers está disponível no Prime Video. A primeira temporada conta com seis episódios. A série é um romance dramático que relata a história de Lois Hogan, uma jovem que, junto com o namorado, ingressa na renomada Universidade de Belrose. O problema é que Max, namorado de Lois, decide terminar com ela de maneira inesperada. Ele e Lois estão juntos a quatro anos e Max acredita que eles precisam viver novas experiências. A verdade é que Max joga no time de basquete e, ao chegar à universidade, algumas garotas começaram a dar em cima dele, o que o fez desejar ter novas experiências.
O problema é que Max e Lois dividiam um apartamento e, com o término, Lois não vê sentido em continuar morando com o ex-namorado. Ela vai embora sem ter onde morar, já que os dormitórios da universidade estão sem vagas e ela não tem recursos financeiros suficientes para ir para um hotel ou alugar um apartamento.
Enquanto está na calçada do prédio vizinho, tentando decidir o que fazer, Lois se depara com Lane, o criador de um aplicativo de carona exclusivo para os universitários. Lane é um jovem misterioso e atraente, muito cobiçado pelas garotas da universidade. Ele tem vários casos amorosos, mas não se compromete com ninguém.
Após uma rápida conversa, onde Lane percebe que Lois está em uma situação um pouco desesperadora, ele decide ajudá-la permitindo que ela fique no apartamento dele, dormindo no sofá, enquanto não arruma outro local.
Aos poucos, Lois e Lane vão se tornando amigos. Ela se sente atraída por ele, mas demora a perceber isso, já que ainda sofre pelo término do namoro com Max. Na verdade, é até deprimente ver como Lois ainda corre atrás no ex-namorado, mesmo vendo ele ficar com várias garotas, e se sujeita a um acordo em que eles podem ficar com quem quiser, e combinam de terem uma conversa sobre a relação deles quando o semestre terminar. Confesso que achei a Lois muito sonsa por aceitar isso, mas entendo que ela e Max estavam juntos desde os 14 anos de idade e que não é fácil esquecer uma relação assim de uma hora para outra.
Além dos personagens principais, contamos com outros personagens muito cativantes, que são os amigos de Lane. (Lewis ganhou meu coração. Um fofo!)
Acredito que as próximas temporadas serão sobre cada um deles, já que no livro dois, o personagem principal é o Donovan, um dos amigos de Lane.
Quando a Lois e Lane, a relação deles se desenvolve de um modo muito bacana. Os dois começam a conversar o tempo inteiro através de mensagens de texto. Ele vai passar o Natal com a família dela, essa é uma parte muito legal da história. A família da Lois é adorável e eu amei o modo como a mãe dela tratou o Lane.
Só que o Lane também tem os seus problemas. Ele possui um trauma relacionado à morte do irmão dele e não compartilha isso com ninguém. E esse é um dos problemas que interfere na relação dele com a Lois.
Algo interessante a se refletir é sobre o relacionamento de Lois com Max. Lois sofre e fica de coração partido com o término. Mas esse é um exemplo que a vida nos traz de como às vezes ficamos presos na zona de conforto e fechados a novas oportunidades. Lois aprendeu a ser mais independente, focar nos estudos, fazer novas amizades... enfim, foi um belo recomeço para ela.
No geral, achei a série muito boa. Os personagens me cativaram bastante. Senti conexão com eles e estou ansiosa pela segunda temporada. Espero que dê certo. Enquanto isso, acho que vou ler os livros, mas não tenho certeza. Pois minha lista de leitura está imensa!
O final da série me lembrou do final do filme Você + Eu: Contra o Mundo, que também é uma adaptação de um livro francês.

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